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Medicina & Saúde

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Estudo revela impacto surpreendente dos painéis solares na saúde e no clima

Estudo revela impacto surpreendente dos painéis solares na saúde e no clima Redução da poluição evitou centenas de mortes prematuras entre 2014 e 2022, além de US$ 28 bilhões em ganhos econômicos e ambientais   geração de energia solar é amplamente reconhecida por reduzir emissões e contribuir para a sustentabilidade ambiental. Agora, um estudo publicado na revista One Earth amplia esse entendimento ao revelar que os painéis solares evitaram quase 600 mortes prematuras nos Estados Unidos entre 2014 e 2022, resultado da queda na poluição do ar associada à substituição de combustíveis fósseis. Pesquisa revela impactos profundos da energia fotovoltaica na saúde pública e no clima – Imagem: Soonthorn Wongsaita/Shutterstock Benefícios além das emissões evitadas Segundo os pesquisadores, os sistemas fotovoltaicos impediram a liberação de 178 milhões de toneladas de dióxido de carbono e substituíram 305 terawatts-hora de eletricidade antes gerada por carvão, gás e petróleo. O impacto econômico também foi expressivo: cerca de US$ 28 bilhões em benefícios climáticos e de saúde. Em 2020, essas vantagens corresponderam a quase metade do custo dos próprios equipamentos solares. Netflix: lançamentos da semana (24 a 30 de novembro) Entre o que chega ao catálogo da Netflix nesta semana, estão os primeiros quatro episódios da última temporada de “Stranger Things”   Os cientistas destacam que as emissões globais de CO₂ seguem em níveis alarmantes — 50% mais altas que no período pré-Revolução Industrial e as maiores em milhões de anos, segundo a NOAA. Nesse contexto, cada tonelada evitada contribui para frear efeitos como a elevação do nível do mar e eventos climáticos extremos. Pesquisadores defendem expansão global da cadeia de suprimentos fotovoltaica – Imagem:Terelyuk/Shutterstock Efeitos regionais e incentivo à expansão O estudo também analisou o impacto em estados vizinhos aos que mais importaram painéis solares. O ar mais limpo beneficiou amplas regiões, já que a circulação atmosférica distribui tanto a poluição quanto a melhora na qualidade do ar. Os pesquisadores defendem que o fortalecimento da cadeia global de suprimentos de energia solar é essencial, mesmo diante de tensões geopolíticas e tarifas. Para eles, os resultados reforçam a importância de políticas que ampliem o acesso à tecnologia, incentivem investimentos em infraestrutura solar e estimulem consumidores e empresas a adotarem sistemas fotovoltaicos. O trabalho, afirmam os autores, mostra que a energia solar gera benefícios ambientais, econômicos e sanitários — e tem potencial para proteger a saúde das comunidades nas próximas décadas. Estudo amplia visão da energia solar ao mostrar ganhos sociais e econômicos (Imagem: MAXSHOT.PL/Shutterstock) Leia também All Post Ciência e Espaço Cinema e Streaming Economia Etv Streaming Internet e Redes Sociais Medicina & Saúde Notícias Veículos e Tecnologia Estudo revela impacto surpreendente dos painéis solares na saúde e no clima 29/11/2025/No CommentsRead More Pesquisadores transformam borra de café em concreto mais sustentável 29/11/2025/No Comments Pesquisadores transformam borra de café em concreto mais sustentável Ciência revela que resíduos do café podem substituir parte do cimento… Read More Amazon Prime Video: lançamentos da semana (24 a 30 de novembro) 24/11/2025/No Comments Amazon Prime Video: lançamentos da semana (24 a 30 de novembro) Nesta semana, o catálogo do Prime Video recebe os… Read More Disney+: lançamentos da semana (24 a 30 de novembro) 24/11/2025/No Comments Nesta atualização, o streaming da Disney recebe a série documental The Beatles: Antologia. Além disso, um novo episódio de Twisted Wonderland chega ao Disney+…. 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Medicina & Saúde, Notícias

O que é anorgasmia e como ela acontece? Entenda como ela afeta…

O que é anorgasmia e como ela acontece? Entenda como ela afeta a relação sexual Com causas multifatoriais, a anorgasmia é uma disfunção sexual que acomete mais mulheres do que homens e pode impactar a saúde e bem-estar   Uma vida sexualmente ativa não se restringe a momentos de prazer e afeto, é um hábito considerado significativo pela medicina para melhora do sono, redução do estresse, fortalecimento do sistema cardiovascular, entre outras benesses. E, nesse sentido, o orgasmo é o ponto alto a ser conquistado. No entanto, muitas pessoas podem apresentar a anorgasmia, uma disfunção sexual que pode impactar a saúde mental e a qualidade de vida. A anorgasmia atinge com mais frequência as mulheres do que os homens. Especialistas apontam que o fator cultural e tabu em torno da questão do prazer feminino é uma das causas, bem como o desconhecimento de parte das mulheres sobre o próprio corpo e o seu funcionamento – prática também pouco estimulada socialmente.  Leia também: 5 filmes de Natal que estreiam na Netflix em 2025 Nova era? WhatsApp vai ‘conversar’ com aplicativos rivais na Europa; entenda Como a IA pode te enganar na Black Friday (e como se proteger) TikTok estreia “bulletin board” e desafia canais de transmissão do Instagram Google Fotos tem novas ferramentas de IA para edição de imagens O que é a anorgasmia? Por questões religiosas e culturais a anorgasmia atinge mais as mulheres. (Imagem: Shutterstock_Maridav) Antes de entendermos o que é a disfunção sexual, é importante se inteirar da complexidade que engloba esse ápice sexual. O orgasmo é um processo fisiológico e psicológico complexo. O cérebro, os órgãos genitais, e também outras regiões do corpo com alta sensibilidade, trabalham juntos com nervos e hormônios no direcionamento da resposta sexual. Jerry Kennard, psicólogo da Sociedade Britânica de Psicologia, desmembra o ciclo orgástico em 4 fases: o desejo (libido), a chegada da excitação (emoção), o orgasmo (clímax) e a resolução, que são as sensações e sentimentos sentidos imediatamente após o sexo.   A anorgasmia, por sua vez, se caracteriza pela incapacidade de atingir o orgasmo, mesmo tendo estímulos sexuais e sentindo excitação – o que é diferente da assexualidade, que é a ausência voluntária de interesse em ter relações sexuais. Existem dois tipos principais de anorgasmia, a primária e a secundária. A anorgasmia primária é caracterizada pelas pessoas que nunca conseguiram atingir o orgasmo. Já no caso da anorgasmia secundária, os casos são diferentes, tem a ver com pessoas que já experienciaram o orgasmo, mas por um episódio físico ou psicológico deixaram de ter. Existem ainda outros dois tipos. Na anorgasmia situacional a pessoa só consegue atingir o orgasmo com determinado estímulo (masturbação, por exemplo) ou com determinada pessoa, ou preliminares bem específicas. E por fim existem os casos de anorgasmia induzida por medicamentos, alguns antidepressivos e remédios para ansiedade podem causar interferências no desejo sexual.     Recomendados para você Pro Tv Box Stick 4k Bluetooth Wi-fi 5g 2gb/16gb Comando Voz TvBox homologado pela Anatel sem mensalidades! firetvstick -Já vai com 1 ano de Dunatv Grátis! Segundo artigo divulgado pela publicação científica Research, Society and Development, que discute a fisioterapia como alternativa de tratamento para casos de anorgasmia relacionados a problemas no assoalho pélvico, existem ainda outras causas para o aparecimento da disfunção nas mulheres. Embora menos atingidos pela disfunção, alguns homens também podem desenvolver a anorgasmia. (Imagem: Oakland Images/Shutterstock) “A anorgasmia é uma situação clínica que acomete principalmente mulheres e tem origem por diversas causas, podendo estar relacionada a traumas, alterações físicas ou fisiológicas”, aponta o estudo. Além disso, quando as mulheres entram na menopausa há uma queda no hormônio estrogênio, o que pode causar a perda da libido e a anorgasmia. A cirurgia de histerectomia (remoção do útero) e doenças como a endometriose também podem desencadear o quadro.  Receba as principais notícias e outros conteúdos como esse no seu WhatsApp! Participe do grupo do Etverdade. Referente às causas psicológicas, elas atingem tanto homens quanto mulheres. Quadros de ansiedade, depressão, problemas financeiros, visão negativa em relação ao sexo devido à educação religiosa ou cultural repressiva e abusos sexuais estão entre os principais gatilhos da disfunção. Embora os homens em geral tenham uma educação que estimula a prática sexual, alguns deles também desenvolvem a anorgasmia. O urologista Juliano Plastina alerta que é importante diferenciar disfunção erétil de anorgasmia masculina.  “A anorgasmia não deve ser confundida com ejaculação retardada ou com disfunção erétil. No caso da ejaculação retardada, o orgasmo acontece, mas demora muito mais do que o esperado. Já na disfunção erétil, há dificuldade em manter uma ereção adequada. Na anorgasmia, por outro lado, o orgasmo simplesmente não ocorre, ou ocorre sem prazer, mesmo que haja ereção e até ejaculação”, explica o médico. A anorgasmia pode afetar a autoestima, gerando insegurança e pode gerar sintomas de depressão por não conseguir alcançar o desempenho sexual desejado. As relações sexuais e mesmo os parceiros que não possuem a disfunção também são afetados. Caso não haja busca por tratamento, pode haver desgaste da intimidade do casal, afastamento afetivo e discussões.  Quais são os tratamentos? O tratamento da anorgasmia pode incluir administração de medicamentos e terapias, a depender do caso. (Imagem: Kateryna Kon/Shutterstock) O tratamento para a anorgasmia é bastante complexo e não tem uma receita pronta para todos os casos. A abordagem deve ser específica e individualizada, e geralmente requer um tratamento multidisciplinar, que pode incluir administração de medicamentos, terapia sexual, terapia de casal, entre outras alternativas. Independente disso, é válido buscar outros tipos de estímulos como brinquedos sexuais, ou inovar e variar as preliminares, por exemplo, com o parceiro para estimular o corpo e o cérebro de outras maneiras.   A autoinvestigação, independente de um parceiro, também é importante para descobrir zonas erógenas no corpo que ainda não tenham sido exploradas. Afinal, a sexualidade também é uma questão de saúde e bem-estar. “O orgasmo não é apenas o final prazeroso da relação sexual: ele tem papel na saúde física e mental. Durante o clímax, o corpo libera endorfinas e ocitocina, hormônios ligados ao prazer, relaxamento e bem-estar. A ausência desse momento pode trazer consequências importantes”, alerta Plastina. 

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